Nós e a Escola

A escola é um lugar onde aprendemos a ser, a estar, a ler, a escrever, a pensar, a refletir, a comunicar, a desenhar, a contar, a partilhar, a ajudar, a ...

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Matemática divertida

A Joana é muito vaidosa. Um dia foi a uma loja e comprou:
- uma saia vermelha e outra azul;
- uma camisola amarela, uma verde e outra preta;

Depois pensou:
- Que bom! Agora já posso vestir-me de muitas maneiras diferentes.
 De quantas maneiras diferentes se poderá vestir a Joana?
Explica como encontraste a resposta. Podes usar desenhos, palavras ou contas.


O Passeio no bosque


Era uma vez uma menina chamada Sofia que foi com a família acampar no bosque. Quando chegaram lá o pai disse:
 - Anda montar a tenda, Sofia.
 - Está bem – disse ela.                    
 Depois de montarem a tenda o pai disse:
 - E que tal irmos pescar?
 - Sim – disseram elas.
 Então foram a um lago que havia ali perto. Pescaram muitos peixes para o jantar.
 - Sofia, como é Primavera, vamos dar um passeio pelo bosque? – disse a mãe.
 - Está bem, vamos já?
 - Não, vamos após o almoço – respondeu a mãe.
 Ao fim de almoçarem partiram e pelo caminho a Sofia perguntou:
 - Mãe, posso apanhar flores para depois fazer um ramo?
 - Claro que podes – respondeu a mãe.
 Apanhou muitas flores de muitas cores nomeadamente: laranja, roxo, branco, rosa e amarelo. Também encontraram um coelhinho branco e a Sofia perguntou aos pais:
- Posso ficar com o coelho?   
- Claro que podes – responderam eles.
 Quando voltaram às tendas o pai disse:
 - Depois de amanhã voltamos a casa.
 E foram deitar-se.
 No dia seguinte, a Sofia foi a primeira a acordar. Ela vestiu-se e depois foi acordar os pais. Mas como estava a chover o pai disse:
 - Temos de ir para casa mais cedo.
 - Porquê? – perguntou a Sofia.
- Porque está a chover e as tendas estão muito molhadas, além disso, já não é agradável passear pelo bosque pois está tudo molhado.
 Então pegaram no coelho, arrumaram as coisas e foram-se embora.
 Quando chegaram a casa a Sofia foi pôr o coelho no seu quarto.
Depois de um bom banho, jantaram, conversaram sobre o acampamento e, por fim, foram dormir descansados.

Autor: Ana Isabel
Ilustrador: Mafalda 

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Ler é muito bom

Quando eu crescer ...

Quando eu crescer
Gostava de ser futebolista,
Ou então poderei ser,
Um bom massagista.

Quando for grande
Quero ser piloto de fórmula um,
Quero ganhar muitos campeonatos,
Sem perder nenhum.

Quando for grande
Quero ser o que gostar,
É para isso
Que vou trabalhar.

Quando crescer
Quero ser um super-herói,
Mas de vez em quando
Poderei ter um dói-dói.
                            
                                  João Oliveira

Clientes na nossa horta!

          Deslocamo-nos à horta para observarmos o crescimento das faveiras e das ervilheiras e verificamos que estas estavam todas comidas pelos pássaros. Então, para os afugentar dali, resolvemos fazer um espantalho conjuntamente com o 4º G.

Os alunos trouxeram os materiais e construímo-lo o mais rápido possível para salvarmos as ervilheiras. Deu bastante trabalho mas ficou muito engraçado.

Agora está a tomar conta da nossa horta.







quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Comportamento de objetos na água - flutuação

"Será que todos os objetos se comportam do mesmo modo na água?

   Material:
- bacia transparente;
- água;
- rolha de cortiça;
- rolha de madeira;
- esferovite;
- pedra;
- borracha;
- clip.

Como fizemos:
Inicialmente assinalamos, na grelha, o que achamos que aconteceria com cada objeto. Seguidamente começamos a colocá-los na água e verificamos que uns flutuavam outros não e fomos registando na grelha os resultados obtidos.



                         


 

 

Verificamos que:
- uns objetos flutuavam outros não 
- apenas erramos em duas previsões.


Conclusão:
Quando se introduz um objeto num líquido, este fica sujeito a uma força vertical, de sentido de baixo para cima, designada por impulsão
Se a intensidade do peso do líquido deslocado for igual ou menor à do peso do objeto, este flutua, isto é, um objeto afunda se tiver um peso superior à força de impulsão.

No final da experimentação verificamos  o comportamento de outros objetos na água e foi uma grande surpresa verificarmos que a régua deitada, na horizontal,  com a parte mais larga flutuava, mas com a parte mais fina afundava-se. Isto fez-nos pensar muito e atendendo à intensidade da força de impulsão é fácil verificar que no primeiro caso a área onde a força de impulsão é exercida é muito maior do que no segundo caso. Daí a régua flutuar no primeiro caso e afundar-se no segundo. 



quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Inverno

O inverno
É uma estação
Que quando neva
Há muita animação.

A chuva no inverno
Está sempre a cair,
E nesses dias
Não podemos sair.

Casacos e camisolas
Temos de usar,
Porque senão
Vamos constipar.

A trovoada
Vai aparecer
E muito medo
Nós vamos ter.

                    Ana Isabel

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

POESIA

Poemas de Rosa Lobato de Faria

Consolidação

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Trabalhos de Grupo


Para aprofundarmos os conhecimentos sobre o rio Cávado e a poluição dos rios fizemos várias pesquisas, principalmente, na Internet. 
Seguidamente selecionamos e organizamos essa informação para ser apresentada, posteriormente, aos colegas da turma.
Foi um trabalho muito enriquecedor para todos nós.

 Grupo 1

 Grupo 2

 Grupo 3

Grupo 4

Outros acidentes

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

A Poluição da água

No Castelo de Viana do Castelo


              Era uma vez uma família que vivia num castelo muito isolado. O castelo tinha tantos anos que até as muralhas estavam a cair.
Um dia, fizeram uma festa porque ganharam uma batalha. Havia muitos convidados e muita música. Ao saírem do castelo encontraram um bebé à porta principal. Estavam todos admirados e a princesa Helena perguntou:
- Quem será esta bebé tão querida?
- Não sei minha filha! - exclamou o rei Henrique.
- Podemos ficar com ela? Por favor! - disse a Helena.
- Está bem – respondeu o rei.
Deram – lhe o nome de Rosa. O tempo foi passando e ela crescia junto da princesa Helena tornando-se muito amigas. Estavam sempre divertidas, riam-se e pulavam sem se cansarem nem discutirem.
Um dia Helena sentiu-se muito mal e desmaiou. Quando a sua irmã de coração a viu no chão disse à sua mãe:
- Mãe, chama o médico!
- Porquê?
- A Helena desmaiou.
- Está bem minha filha!
Quando o médico chegou ao castelo disse à rainha, D. Francisca, que a sua filha tinha uma doença muito grave e que tinha de ir para o hospital.
Passados alguns dias no hospital a Helena, finalmente, sentiu-se muito bem. Os seus pais e a sua irmã foram fazer-lhe uma visita e ao verem a sua filha, de novo em pé, foi uma imensa alegria.
Depois do que se passou a família ficou junta para sempre.

 Mafalda

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Um Trabalho Gratificante






No dia doze do corrente mês, na hora do conto, ouvimos a história “Os Meninos Gordos” e, seguidamente, pintamos um prato de barro com imagens alusivas à história ouvida. 
Para que a pintura corresse bem, iniciamos com o desenho em papel e depois transpusemo-lo para o prato de barro que já vinha cozido. Por fim, agarramos nos pinceis e começamos a pintura. De início não foi muito fácil porque o prato era bastante pequeno, mas depois correu muito bem e ficaram uns pratos muito bonitos.
Todo o material que usamos foi fornecido pelas técnicas do Museu de Olaria que se deslocaram, à nossa escola, para nos proporcionarem esta atividade, em colaboração com a biblioteca da EB2,3 Gonçalo Nunes. 
Foi uma atividade enriquecedora pois ficamos a saber mais uma história interessante, (aconselhamos a que a leiam) e ainda o trabalho de pintura no barro que é sempre muito bom repetir.

Ouvimos a história com atenção.
Os meninos gordos (Ana e Mateus) retratados nos pratos.
As nossas obras de arte.
As nossas obras de arte.

Trabalho Coletivo

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Experiência nº3

“ Como retirar um cubo de gelo num copo com água sem lhe tocar com as mãos?”

Material: 
Sal
- copos com água fria
- cubos de gelo
- fios de 20 cm de comprimento

Como fizemos?

1-      Deitamos água no copo e colocamos o cubo de gelo dentro.
2-      Colocamos uma das pontas do fio na parte superior do cubo de gelo.
3-      Salpicamos com um pouco de sal a parte superior do cubo.
4-      Aguardamos cerca de 1 minuto e levantamos suavemente o fio.

 O que acontecerá?
- o cubo de gelo derrete;
- o cubo de gelo vai descer;
- o cubo de gelo parte-se;
- o cubo de gelo fica mais pequeno;

O que verificamos?
O cubo de gelo veio agarrado ao fio.






O que aconteceu?

O sal reduz o ponto de fusão (passagem do estado sólido ao estado líquido) da água, por isso, o gelo funde (derrete). No entanto, a água congela rapidamente, mantendo o fio no lugar, o que permite retirar o cubo de gelo sem lhe colocar diretamente as mãos. 



quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

A viagem da água

As férias da Natália

 Uma menina chamada Natália vivia com o padrasto e a sua mãe, Verónica, que estava grávida. Ele por questões de trabalho tinha-se deslocado ao estrangeiro. Entretanto acabou a escola e a Natália ficou de férias durante duas semanas junto da mãe.
O Natal estava a chegar e o seu padrasto voltou do estrangeiro. A Natália foi para casa dos avós maternos. Aí a sua mãe teve de ir para o hospital e a Natália ficou assustada com o que aconteceu.
No dia seguinte a menina teve notícias sobre a sua mãe. Passou esse dia e o padrasto levou-a ao hospital para a visitar. Ao chegar lá a Natália viu a mãe com um bebé ao colo e ficou curiosa:
- Quem é esse bebé que tens ao colo?
- É o teu irmão.
De repente apareceu o doutor e foi nesse momento que a Verónica propôs:
-Já se pode dar o nome ao bebé?
- Sim, com certeza.
- Mas mãe, sabes se ele é menino ou menina? - disse a Natália.
- É um menino! – interrompeu o doutor.
- Então vai ser Rodrigo - afirmou a menina.
- Bom nome! – respondeu a mãe.
Todos ficaram a aguardar pela festa do batizado do Rodrigo muito felizes e contentes.

                                                                    Luís Cardoso

A minha entorse


A minha entorse aconteceu no dia 5 de Janeiro de 2012 durante a hora do almoço.
Na minha escola uma parte do recreio é coberta por um piso maleável e eu ia  ao encontro de uma funcionaria chamada D. Patrícia e, ao caminhar, coloquei mal o pé e fiz o entorse. Chamei a D. Patrícia porque me estava a doer muito o pé e ela achou melhor colocar gelo, mas como continuava a doer muito resolveram chamar a ambulância para me levar ao hospital.
 Chegaram os bombeiros e um perguntou-me o meu nome e eu disse-lhe que me chamava klara. Como me doía muito o pé o bombeiro levou-me ao colo.
Quando cheguei ao Hospital fizeram a ficha de inscrição e aguardei até que me chamaram ao Ortopedista. Ele ao observar-me disse que era apenas uma entorse e que tinha que andar 3 a 4 dias de canadianas.
 Foi então que regressei à escola já com elas, mas foi bastante complicado começar a usá-las nas minhas deslocações.                
                             

Teatro - A carta do índio

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

A Sementeira na Horta Biológica

   
No dia catorze de dezembro fez-se a sementeira das favas e das ervilhas na nossa horta biológica.
 Passaram as férias de Natal e, no dia 5 de janeiro, deslocamo-nos até lá para observarmos se as leguminosas já tinham germinado. Aí, verificamos que todas as sementes originaram  novas plantas.
Nas ervilheiras já se podia ver a forma das folhas, mas nas faveiras ainda não porque as folhas não se tinham desenvolvido o suficiente.
Vamos aguardar mais uns dias para que as folhas se desenvolvam mais.



Como tudo aconteceu




No mês de dezembro, depois das aulas, eu estava a brincar com o Tiago no recreio. Ele agarrou-se ao meu pescoço e eu caí, ele caiu em cima do meu braço esquerdo e parti o rádio do meu antebraço. Depois fui ter com a D. Rosa, que é uma das assistentes operacionais, onde me observou e decidiu chamar a ambulância para me levar ao Hospital.
 Chegou a ambulância e a D. Rosa acompanhou-me até lá e ficou comigo enquanto a minha mãe não chegou. A minha mãe apareceu no Hospital e a D. Rosa foi embora. 
No hospital eu estive muito tempo à espera que o médico viesse para mandar colocar o gesso. 
Agora para o dia 13 de janeiro vou  retirar o gesso para ver se está tudo bem. 

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Os Estados da Matéria

Os materiais encontram-se na natureza, de um modo geral, em três fases ou estados: sólido, líquido e gasoso.

Uma mesma substância pode apresentar-se em qualquer um desses estados, dependendo da sua temperatura e pressão a que está submetida. Alterando-se os valores dessas grandezas, é possível fazer a substância passar de uma fase ou estado para outra.


Sabemos que as substâncias são formadas por moléculas. Uma simples gota de água possui milhões de moléculas de água.



Aqui podemos observar a disposição das moléculas da água no estado líquido e no estado sólido. É esta disposição que faz com que a forma no estado líquido seja variável dependendo do recipiente, e, no estado sólido invariável, isto é, mantenha sempre a mesma forma. 



Saber mais *****

"O quarto estado da matéria"

O plasma também é chamado de "quarto estado da matéria", em extensão aos estados sólido, líquido e gasoso ( esta descrição foi usada primeiramente por William Crookes em 1879). A ilustração mostra como a matéria muda de um estado para outro à medida que se fornece energia térmica à mesma.



 Assim, quanto mais perto as moléculas se encontrarem podemos dizer mais "sólida" a substância será. À medida que as moléculas se distanciam a substância vai passando a líquida e, distanciando-se ainda mais, torna-se um gás. 


Fontes:



Um presente de Natal




Era uma vez uma menina chamada Matilde que estava muito ansiosa, faltava apenas um dia para o Natal, então perguntou à mãe:
- Mãe, vamos comprar os presentes?
- Claro que sim – respondeu a mãe.
Então chamaram o pai, vestiram os casacos, pegaram no dinheiro e partiram. Quando chegaram ao centro comercial a Matilde perguntou:
Pai, onde é que vamos primeiro?
- Vamos comprar o bacalhau para fazer a consoada e depois vamos comprar os presentes e decorações para enfeitar a casa – respondeu o pai.
- Ok.
Quando chegaram à loja pediram:
- Olhe, tem bacalhau?
- Claro – respondeu o vendedor – quer um grande ou pequeno?
- Quero um grande – respondeu a mãe.
- Está bem – respondeu o vendedor.
Depois foram comprar os presentes. Quando chegaram a Matilde perguntou:
- Pai, que presentes vamos comprar?
- Vamos comprar brinquedos para os teus primos e, para os adultos, pode ser louças ou outras coisas que precisem - respondeu o pai.
Então começaram a comprar as prendas e ao fim foram comprar os enfeites. Logo que chegaram, a Matilde foi direta para junto dos anjinhos e disse:
- Mãe, podemos comprar aqueles anjinhos para decorar a casa?
- Claro, mas também temos de comprar bolas para enfeitar a árvore de natal – respondeu a mãe
- Pai, podes ajudar a escolher as bolas? – perguntou a Matilde
- Claro que posso.  
Então escolheram as bolas vermelhas.
Como já tinham acabado de comprar tudo foram para casa. Quando chegaram a casa já estava noite, por isso, a mãe pôs o bacalhau no congelador e foi fazer o jantar para irem descansar.
No dia seguinte, quando a Matilde acordou saltou logo da cama e foi a correr ter com os pais dizendo:
- Pai, mãe, hoje é natal!
- Pois é – responderam eles.
- E quando vou ter a minha prenda?
- Hoje à meia-noite – respondeu o pai.
- Estou ansiosa pela meia-noite – disse a Matilde.
Vestiram-se, tomaram o pequeno-almoço e foram para casa da avó materna ajudar a fazer os doces e a preparar a consoada pois iam passar lá o natal. Quando chegaram a Matilde foi brincar com os primos enquanto os pais ajudavam os avós.
À noite chegaram os tios da Matilde, puseram tudo na mesa e começaram a comer.
Ao chegar a meia- noite foram abrir os presentes. A Matilde teve uma boneca e ficou tão feliz que se deitou muito tarde só para brincar com ela.


Ana Isabel

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Produtos da nossa horta em 2011

A Minha Cadeira



A minha cadeira é amarelada e tem quatro pernas castanhas. No meu dia-a-dia esta cadeira é indispensável para me sentar e, para nas suas costas, colocar o meu casaco e a minha mochila.
Um dia estava a fazer uma composição e a cadeira começou a lamentar-se:
- Estás a magoar-me.
- Desculpa.
- Não faz mal. Estás assustada por me ouvires falar?
- Um bocado.
- Sabes?! Nós, as cadeiras, não gostamos muito que se sentem em cima de nós.
- E porquê?
- Porque há pessoas pesadas.
- Mas é para isso que vocês servem.
- Apenas gostamos que o façam quando se sentam em condições.
- Estou a entender. Daqui em diante vou sentar-me direita.
- Já me ajudas muito. Obrigada.
- Não tens de quê.
Gosto muito da minha cadeira por me poder sentar e para colocar as minhas coisas.
                                                                                    
                                                                                                                    Daniela

O Natal na casa dos avós


         Era uma vez um menino chamado Rui que vivia na cidade do Porto com os pais e os irmãos. O Natal estava próximo e receberam o convite dos avós, paternos, para o passarem com eles na aldeia que ficava no distrito de Braga. Essa aldeia é Durrães situada a Norte do concelho de Barcelos.  
Como o Rui nunca tinha andado de comboio, convenceu os pais a deslocarem-se, neste meio de transporte, visto que sairiam no apeadeiro de Durrães.
Quando chegou o dia 22 de Dezembro, logo pela manhã, começaram a preparar as malas para partirem ao fim do almoço. Ao chegarem à estação de comboios compraram os bilhetes e esperaram algum tempo.
    Pelo caminho viram casas, campos, pessoas, fábricas, árvores umas com folhas, outras despidas e ainda outras com fruto como os diospireiros até que chegaram ao destino e, no apeadeiro, esperavam-nos os avós.
        Aí cumprimentaram-se e foram de carro até à sua casa que era muito grande e tinha um jardim espaçoso e vários animais.   
No dia seguinte, o Rui e os irmãos aproveitaram para se divertirem. Assim, ajudaram a avó a dar comida aos animais, o avô a tratar dos cavalos e depois foram brincar para o jardim.
 Chegou o dia 24 e foram para a cozinha ajudar a mãe e a avó a fazer os doces tradicionais desta época natalícia. À noite prepararam a consoada descascando as batatas e lavando as couves para cozerem com o bacalhau.
Depois de estar tudo pronto foram todos para a mesa apreciar a ceia de Natal em família. Passaram uns momentos alegres e reconfortantes pois a refeição estava muito saborosa.
 No final, os avós contaram histórias engraçadas que se tinham passado com o seu pai quando vivia lá e que os divertiram imenso.
À meia-noite fizeram a troca de presentes.

Texto coletivo
Ilustrador: Pedro Pereira