Nós e a Escola

A escola é um lugar onde aprendemos a ser, a estar, a ler, a escrever, a pensar, a refletir, a comunicar, a desenhar, a contar, a partilhar, a ajudar, a ...

sábado, 17 de dezembro de 2011

Acrósticos - NATAL



O nosso presépio

 Preparamos o presépio,
Reunidos estávamos.
Estava muito bem construído!
Sim, um presépio feito por todos nós.
É assim que aprendemos,
Para que ficasse melhor,
Íamos colocando tinta verde.
Oh! Ficou a nossa lembrança.


Para enfeitar o meu pinheiro pus fitinhas.
Ia colocando luzes
Nos locais mais vistosos.
Havia já chegado a hora
Estávamos muito alegres,
Indo para a sala contentes.
Reunidos à beira do pinheiro
Oh! Estava maravilhoso!


Natal está a chegar,
Aí estarei feliz.
Todos nos reunimos
A jogar e a contar histórias,
Lá na minha casa.
                                
                         Inês

No natal damos presentes.
A família está reunida.
Tudo enfeitado, que bonito!
As pessoas fazem doces e bolos.
Luzinhas a piscar.

Para o presépio bonito ficar precisamos de musgo.
Rimo-nos quando fizemos o presépio.
E o burro e a vaca não podem faltar.
Sim, o menino Jesus tem que lá estar!
É tão lindo o menino Jesus!
Prontos estamos para o ver nascer.
Isto é muito divertido.
Os reis estão a chegar.

Pôr as luzinhas no pinheiro é fixe.
Isto vai ficar bonito.                                                   
Nunca deixei de fazer o pinheiro.
Há bolas por ele acima.
Elas são douradas e coloridas.
Isto está tão bonito!
Reunidos ficamos a abrir as prendas.
Ouvindo músicas de natal.

                   Ana Isabel


Presépio está construído
Rimo-nos muito a fazê-lo.
Está constituído por:
S. José, Nossa Senhora, os reis magos
E o fabuloso menino Jesus
Pusemo-lo no meio dos pais.
Iam aparecendo as ovelhas
Oh! Que presépio mais bonito.

                                  Mariana 


No natal recebemos prendas,
As crianças ficam felizes.
Tanta alegria no natal!
Alegria no coração,
Lá vem o trenó do Pai Natal.
                       
                           Joana

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

Experiência com o ovo


«O que acontecerá a um ovo cru, se for colocado em vinagre durante uma semana?

Material:
- um ovo cru;
- frasco de vidro com tampa;
- vinagre de vinho.

Como fizemos
Colocamos o vinagre dentro do frasco seguindo-se o ovo e, por fim, fechamos o frasco com a tampa. Deixamos ficar durante uma semana.

Hipóteses:
Será que o ovo:
- partirá?
- ficará mais duro?
- ficará mole?
- desaparecerá?
- ficará sem casca?
- mudará de cor?

Verificação da Experiência
Após oito dias do início da experimentação verificamos que o ovo ficou:
- maior;
- sem casca;
- coberto por uma película;
- mole;
- mudou de cor;
- a gema podia ver-se através da película.


 Iniciamos a experiência
Em pouco tempo o ovo ficou com bolhinhas e acumulou espuma à superfície.
A casca sem o cálcio ficou uma película escura que foi saindo.
 O ovo ficou maior.
O ovo ficou mole.



  Conclusão
Isto aconteceu porque o vinagre retirou o cálcio da casca do ovo deixando-o mole. O ovo ficou maior porque o vinagre entrou pela casca/película, que é porosa, aumentando o seu volume.


O Natal da Juliana

Era uma vez uma menina que se chamava Juliana e vivia com os pais na cidade. Ela tinha apenas sete anos, era magra, tinha cabelos compridos e louros e os olhinhos azuis da cor do céu.
Esta família decidiu passar o natal na aldeia dos avós maternos. A aldeia era pequenina mas muito bonita e quando chegava o natal ficava tudo iluminado como as casas, as árvores e até a neve caia.
Na manhã do dia vinte e quatro Juliana acordou, correu para a janela e viu que as crianças da aldeia brincavam na neve. Também queria ir para lá e foi preparar-se. Vestiu roupas quentinhas e não esqueceu o gorro, o cachecol e as luvas, saindo para se juntar ao grupo e brincarem na neve.
Quando a noite chegou preparam a ceia de natal e Juliana, muito animada, esperava pelos presentes que o Pai Natal haveria de trazer. Estava tão feliz que nem se apercebeu que o Pai Natal era o avô José.
A Juliana gostou muito de passar aquele natal na casa dos seus avós.

                                                                                    Ana Catarina

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

A Reconquista da Princesa

Era uma vez um rei que vivia num castelo enorme que ficava numa cidade junto ao mar. Ele tinha uma bela filha de cabelos loiros e olhos azuis.
 Um dia, um príncipe do reino vizinho, infiltrou-se no castelo, raptou-a e prendeu-a numa torre protegida por um dragão. Quando o rei D.Pedro deu pela ausência de sua filha mandou os guardas procurá-la por todo o castelo. Um deles aproximou-se de uma janela e viu uma seta com uma mensagem escrita. Em seguida, foi rapidamente, entregar a mensagem ao rei, dizendo:
- Meu rei, vi esta mensagem enrolada numa seta.
- Dá-ma cá, por favor!
O rei começou a ler a carta que dizia «Se quiser voltar a ver a princesa vá até à torre onde vive o dragão».
- Raptaram a minha filha! Despacha-te e chama todos os guardas que tivermos.
Disposto a reconquistar a sua filha foi ao local indicado pela carta. Lá, ouviu a sua filha a gritar:
- Paaaii! Socoooorro!
À porta do castelo estava um dragão enorme que impedia toda gente de lá entrar.
- Como vamos resgatá-la? – perguntou o rei.
- Tive uma ideia! Lembra-se daquele rapaz com quem a princesa Elisabete costumava brincar todos os sábados?
- Sim, porquê?
- Vamos precisar dele.
- Ok! Eu mando um dos guardas chamá-lo.
A seguir, o rei, ordenou a um deles que fosse chamá-lo. Após isso, o homem, continuou a contar o seu plano:
- Depois, vamos cercar o dragão, e, com cordas vamos tentar prendê-lo, enquanto o João trepa a torre e a salva.
Quando o João chegou todos os guardas cercaram o dragão e o rei explicou tudo o que ele tinha de fazer.
Depois começaram a prender o dragão com as cordas. O João trepou a torre e disse:
- Princesa, não se preocupe, agora já está a salvo!
Em seguida o príncipe agarrou na princesa Elisabete e desceu a torre novamente. Os guardas, depois de bem prenderem o dragão, foram ver como estava a princesa.
- Viva a princesa! Viva a princesa! - festejaram todos juntos.
- Estava tão preocupado! – disse o pai dela.
- Agora já estou a salvo! Obrigada a todos, especialmente a ti, João. Em seguida os dois, para celebrar a vitória, beijaram-se.
- Nunca pensei que gostassem tanto um do outro. Penso que se querem casar- comentou o rei.
- Se a Elisabete aceitar, tudo bem! – disse o João.
- Claro que aceito!
A partir daí viveram sem problemas e felizes para sempre.

 Daniela Coelho

A construção do nosso castelo e os soldados








O que vejo da minha janela



 
A minha janela está bem localizada porque está numa das principais entradas da cidade de Barcelos. Como moro num prédio alto, posso ver imensas coisas: casas, prédios, as pessoas a passear, automóveis nas ruas e, de vez em quando, vejo o comboio a passar lá ao longe tanto na direção de Viana do Castelo como na do Porto.
        Quando há eventos desportivos, às vezes, passam junto ao meu prédio. Já vi o desfile das motas com tochas à noite, a concentração de camiões, o rali “Cidade de Barcelos”, a volta a Portugal em bicicleta, as provas de Atletismo, etc.
         Às vezes, também vejo coisas menos agradáveis: atropelamentos, acidentes, despistes, até já vi um trator carregado com uvas que se virou. Os senhores tiveram de voltar a carregá-lo com pás e até a polícia ajudou.
       A minha janela permite-me ver coisas sem que ninguém dê por isso.
João Oliveira


Lenda de S. Martinho



A visita de estudo ao castelo de Santa Mª da Feira

A nossa visita de estudo foi muito interessante.

 







terça-feira, 6 de dezembro de 2011

ACRÓSTICO

Visita de estudo ao castelo

Castelo tão bonito!
Antigo também,
Sacrifícios já lá aconteceram,
Tantas lutas
Em tempos difíceis.
Lá esteve prisioneira uma jovem muito bela,
Ó que grande trabalheira para a libertar!


São divertidos os jogos que lá tem,
As coisas que se podem fazer!
Nunca se pode negar,
Talentosos artistas como o bobo,
As gargalhadas que nos fez soltar.


Muralhas grandes o castelo tem!
As pessoas a fazer teatro e
Reunidos a representar;
Irás também poder experimentar
As maravilhas de encantar.


Diariamente as pessoas lá vão e
A diversão nunca faltará.


Flechas com o arco estivemos a lançar,
Estes jogos podemos falhar e
Irás também poder lutar.
Rei D. Manuel II por lá passou,
A monarquia pouco durou.

                                          Daniela Coelho




O que vejo da minha janela



Da minha janela vejo a paisagem de uma aldeia urbana em que o verde dos campos se transformou em prédios de todas as cores, uns já gastos pelo tempo, outros belos por serem recentes.
Lá ao longe, o monte espreita e, se me fixar, reparo que é o cume onde fica Nossa Senhora da Franqueira.
O céu está um pouco escuro a contrastar com o alaranjado aquando do por do sol. A escola Gonçalo Nunes esconde-se entre os verdes cedros.
Ao meu redor existem muitas árvores, umas nuas e outras ainda com folhas de várias cores, retratando uma bela paisagem de Outono, intensificando-se ainda mais com as folhas que cobrem o chão. Os cães e os meninos brincam na relva e os gatos nas folhas secas que já deixaram as árvores.
         Gosto muito de estar à minha janela. 
Eduardo Monteiro